Por começo, uma pergunta. Brasileiro - não convém naturalidade - ou alguma outra? Então, já que nem tua base no Tupi deves ter alguma noção, digo-lhe que não há naturalidade nenhuma em teu 'regular'. Muito pelo contrário. São apenas gritos vagos, pois não há nenhum outro motivo. O desespero alegado é uma farsa, escondida por trás de dinheiro e conforto. Acho que o verde que vi, três ou quatro vezes, em meio a tantas palavras, é um aviso inconsciente de ti pra ti, você já sabe qual o erro básico do teu alicerce.
Por continuidade, digo-lhe, repetidamente por uma única frase: um pro outro. Uma doença completando uma ausência. Assim como um retardo consuma uma atitude infantil num corpo, tecnicamente, adulto. Aqueles terremotos, os que tu achas sentir em vistas, não são loucuras, são sentidos bons demais. Apesar de todo o desgosto pelos atos, reconheço que um pouco do que há é mim é comum de nós. Mas não consideres isso no par, vos peço. Ao menos do teu (insentido) menos, nada quero. Nem repartir o ar do mesmo ambiente, já que se eu puder ter repúdio a algo podre, esse é o máximo que eu posso atingir, e o máximo amplamente sendo decomposto em solo fértil é o gosto que te toca os lábios. Pergunto-me qual deve ser a sensação de ter o sabor de uma inconsequência em si.
Por término, uma risada.
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