Ainda me pergunto se os mortos sentem frio quando chove. Porque eu estou aqui, abaixo de um teto, acima de um piso. E os que se foram? Uma camada de terra, uma camada de larvas e gases podres, lágrimas e nenhuma sustentação. Queria poder colocar pelo menos minha voz quando o calor foge ou minha tristeza quando o mesmo vem por demais. Estranho pensar que quem, há pouco, respirava o mesmo ar que eu, hoje está sendo decomposto, pura amônia. O que resta? Um pouco mais de dentes, cabelos, ossos carcomido e carne podre? Ou a carne toda já foi metabolisada? Pouco importa agora, parando pra ver geralmente, não vai desfazer a imagem dantesca do sorriso eterno que lá se encontra. Também, pensando assim, vejo que seria ignorância demais me perguntar se eles sentem as intempéries do tempo se já aconteceu o início da volta ao pó. Aliás, seria loucura demais fazer toda uma teoria sobre o sentir de um morto.
Fiquei louco. Eu sei, fiquei louco. Viver não é pra mim. Onde é a próxima parada? Quero trocar de trem, talvez alguma outra dimensão, um buraco negro ou um buraco de minhoca, uma supernova, quasares ou pulsares, sei lá, mudança, simplesmente. Agora? Já?
Fui trocar de vida, volto depois.
- Eu acho.
domingo, 31 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
Então, mais um dia...
E que dia. Poucas são as vezes que eu falo sobre algo tão explicitamente, tão jogado na realidade. Mas esse precisa. Demais, por sinal.
O mundo é um lugar cru; eu nem sei mais onde irei parar. Além de cru, há, basicamente, um único fundamento: egocentrismo. Não sei ao certo se é o globo todo ou o país que eu vivo. Enfim, acho que não vem ao caso agora, não agora. Só sei que a integridade está escondida atrás de uma sombra tão negra quanto o asfalto sujo do encontro amável de dois automóveis.
Vez por outra, penso que posso levar meus pensamentos comigo cuidando apenas deles, mas é inevitável lembrar que não é desse modo que a verdade acontece. Logo, cá venho com meus parágrafos incompletos e imprecisos, preenchidos de aflições. Sei que não é bem assim que o mundo é, não tão insano quanto vejo, mas ninguém vê o mundo com a praga que me foi grampeada - eu também não o quis. Foda mesmo é saber que os tijolos dessa construção são as imagens podres de quatro rostos, e lembrar de um exato me faz querer parar o trem da minha vida, ou pular dessa janela com o mesmo em movimento. Talvez a agressividade que seja saltar me faça acordar mais rápido pra existência.
As confusões são tão intensas que me perco num mar de consciência. Tenho que arranjar uma maneira de intactar as minhas faculdades, apenas isso, porque no que depender da coincidência, atingirei o desequilíbrio mental em pouquíssimo tempo. Sinceramente, já o tentei algumas vezes e me desesperei por não ter encontrado uma saída, mas, que seja. Ainda há tanto que acontecer, que proteger-me agora seria privar-me de evoluir.
É quase como a formação que os elefantes tomam quando ficam em perigo: formam um círculo grande com dois menores internos. Respectivamente, adultos machos, fêmeas e machos crescidos e jovens. Elefantes, quem diria? Elefantes, sempre em maior quantidade e imponência, se colocam em posição de defesa perante alguns poucos predadores, menores em praticamente tudo. Portanto, me encontro no mesmo local que o elefante estaria: observando toda a velocidade voraz que o mundo devora as ideias ao redor, perto o bastante pra ser atingido ou, mesmo, morto.
O rio segue, e eu, sangro. Mas vou sobrevivendo.
O mundo é um lugar cru; eu nem sei mais onde irei parar. Além de cru, há, basicamente, um único fundamento: egocentrismo. Não sei ao certo se é o globo todo ou o país que eu vivo. Enfim, acho que não vem ao caso agora, não agora. Só sei que a integridade está escondida atrás de uma sombra tão negra quanto o asfalto sujo do encontro amável de dois automóveis.
Vez por outra, penso que posso levar meus pensamentos comigo cuidando apenas deles, mas é inevitável lembrar que não é desse modo que a verdade acontece. Logo, cá venho com meus parágrafos incompletos e imprecisos, preenchidos de aflições. Sei que não é bem assim que o mundo é, não tão insano quanto vejo, mas ninguém vê o mundo com a praga que me foi grampeada - eu também não o quis. Foda mesmo é saber que os tijolos dessa construção são as imagens podres de quatro rostos, e lembrar de um exato me faz querer parar o trem da minha vida, ou pular dessa janela com o mesmo em movimento. Talvez a agressividade que seja saltar me faça acordar mais rápido pra existência.
As confusões são tão intensas que me perco num mar de consciência. Tenho que arranjar uma maneira de intactar as minhas faculdades, apenas isso, porque no que depender da coincidência, atingirei o desequilíbrio mental em pouquíssimo tempo. Sinceramente, já o tentei algumas vezes e me desesperei por não ter encontrado uma saída, mas, que seja. Ainda há tanto que acontecer, que proteger-me agora seria privar-me de evoluir.
É quase como a formação que os elefantes tomam quando ficam em perigo: formam um círculo grande com dois menores internos. Respectivamente, adultos machos, fêmeas e machos crescidos e jovens. Elefantes, quem diria? Elefantes, sempre em maior quantidade e imponência, se colocam em posição de defesa perante alguns poucos predadores, menores em praticamente tudo. Portanto, me encontro no mesmo local que o elefante estaria: observando toda a velocidade voraz que o mundo devora as ideias ao redor, perto o bastante pra ser atingido ou, mesmo, morto.
O rio segue, e eu, sangro. Mas vou sobrevivendo.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
De quando eu tive mania de brincar.
Nunca gostei de nostalgia. Nunca me dei bem com nada que me fizesse ficar pensando, nunca gostei de pensar muito. Isso tudo é uma merda. Daquelas bem grandes. Praga do caralho. Até hoje fico pensando o motivo pra isso ter nascido grudado em mim, meu próprio câncer que ninguém mais já ouviu. Fico pensando também se tudo isso existia quando eu não tinha consciência do que há. Antes, tudo que eu pegava era apenas o que eu pegava, um motivo pr'eu me divertir, passar o tempo e ser despreocupado. Hoje, tudo que eu pego é mais do que imagino, um motivo pr'eu me deprimir, parar o tempo e ser preocupado. O que aconteceu? Eu cresci? Ou foi o mundo que me esfriou?
Algumas poucas vezes já cheguei a confessar a mim que havia mais motivos pra sorrir do que ser sério. Não ser sério de ser triste, ser sério de quem não gosta das condições atuais. Alguns desses motivos, hoje, são meus traumas. Alguns desses motivos, se há tempos me faziam continuar, hoje, me fazem retardar.
Continuo com a dúvida entre o crescimento e o congelamento. Se for crescer, parabéns, poeta, atingiste a idade adulta, tudo que você menos queria que fosse assim. Se for congelar, parabéns, humanidade, mais um que vocês tomam sem que o desgraçado se perceba.
Onde ficaram presas as crianças que haviam em mim? Estão perdidas, atormentas por essas ruas, estupradas e mortas as que não tiverem tanta sorte. Eu sou peço, existência, que poupe ao menos uma, pra que eu possa continuar mantendo em mim esse sonho de utopia. Não é pedir demais, existem mais de 6 bilhões de almas no mundo. Só essa, só essa vez, por favor. Só essa.
Algumas poucas vezes já cheguei a confessar a mim que havia mais motivos pra sorrir do que ser sério. Não ser sério de ser triste, ser sério de quem não gosta das condições atuais. Alguns desses motivos, hoje, são meus traumas. Alguns desses motivos, se há tempos me faziam continuar, hoje, me fazem retardar.
Continuo com a dúvida entre o crescimento e o congelamento. Se for crescer, parabéns, poeta, atingiste a idade adulta, tudo que você menos queria que fosse assim. Se for congelar, parabéns, humanidade, mais um que vocês tomam sem que o desgraçado se perceba.
Onde ficaram presas as crianças que haviam em mim? Estão perdidas, atormentas por essas ruas, estupradas e mortas as que não tiverem tanta sorte. Eu sou peço, existência, que poupe ao menos uma, pra que eu possa continuar mantendo em mim esse sonho de utopia. Não é pedir demais, existem mais de 6 bilhões de almas no mundo. Só essa, só essa vez, por favor. Só essa.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Agora, venho dizer que estou o mais perto do que já estive daquele que realiza a minha existência. Não, eu não estou em verdade na vida, eu sou loucura. Pela primeira vez em muito tempo, retorno algumas semelhanças com o que é de carne. E o que nos torna unidos, além dessas letras que sangram em busca de uma pequena atenção, é essa merda que eu chamo de sensibilidade. Foda-se quem não entender essa porra ou achar que eu estou falando de moda, o que tenho a dizer sobre isso é que tenho pena do teu ser tão limitado, e eu, ou nós, chegar a dizer que sinto pena, é porque teu estado deplorável às minhas vistas já consumiu completamente o meu horizonte. Enfim, quando eu conseguir retomar o pensamento que já nasceu perdido por trás de uma dança falha, poderia expressar bem mais do que já imaginei. Hoje, nesse segundo, eu já não sei o que faria surgir um parágrafo, imagina um sentido. Talvez a parcela que eu sei não ser esquizofrênica ache uma quantidade até significativa de nexo quando achar os fantasmas que me atormentam, aqueles que eu venho decifrando aos poucos por baixo do que escondo. Bastaria, pra isso acontecer, prender-se entre seis edros com suas piores metades. No meu caso, eu não o faço, não por escolha minha. Quando isso acontece, o nome que é dado é simples: pesadelo. Não necessariamente dormindo. Já não lembro qual foi o último dia que isso me aconteceu tão suavemente. Já faz tanto tempo... já faz tanto tempo que o decorrer dos meus dias se tornou um quebra musical de notas abertas e esparramadas ao chão. E como se isso não fosse completamente suficiente, mais um problema vem ao meu encontro: desconcentração.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Sou minha maior contradição.
Acredito que não é todo e qualquer momento de nossas vidas que merecem um título, uma exaltação a mais, senão do que a própria vida que, afinal, já é mais do que podemos entender. O estranho é ser algo tão comum e, ao mesmo tempo, ser algo que ninguém consegue explicar.
- O que é vida? - perguntou atentamente a criança.
- Tudo.
Era tudo que ele menos esperava como resposta, mas foi como se procedeu. Fiquei parado, olhando, como sói acontecer, sem, mais uma vez, entender. E daí o ritmo todo muda. Se tudo pulsava ao lado de lá, agora, tende ao lado de cá. Tende não, pende, pois sou torto. Sei que vós sois poucos, ou nenhum, mas é melhor acreditar que há um punhado tal que alimentar minha esquizofrenia.
- Mas o que é tudo?
- Nada.
E se tudo é oposto ao nada e os dois são a vida, o que é vida? Em síntese, pra mim, toda a gama que se compreende entre o sim e o não, entre o ser e o não-ser, o lembrar e o esquecer, estando incluso, ai, até as oposições lógicas pelo raciocínio humano. Mas e se não houvesse humanidade, querer saber o que é viver seria tão complicado assim? Não, bastaria viver. E acho, com uma fé inabalável, que eu deveria me por a fazer isso nesse segundo.
E vou.
- O que é vida? - perguntou atentamente a criança.
- Tudo.
Era tudo que ele menos esperava como resposta, mas foi como se procedeu. Fiquei parado, olhando, como sói acontecer, sem, mais uma vez, entender. E daí o ritmo todo muda. Se tudo pulsava ao lado de lá, agora, tende ao lado de cá. Tende não, pende, pois sou torto. Sei que vós sois poucos, ou nenhum, mas é melhor acreditar que há um punhado tal que alimentar minha esquizofrenia.
- Mas o que é tudo?
- Nada.
E se tudo é oposto ao nada e os dois são a vida, o que é vida? Em síntese, pra mim, toda a gama que se compreende entre o sim e o não, entre o ser e o não-ser, o lembrar e o esquecer, estando incluso, ai, até as oposições lógicas pelo raciocínio humano. Mas e se não houvesse humanidade, querer saber o que é viver seria tão complicado assim? Não, bastaria viver. E acho, com uma fé inabalável, que eu deveria me por a fazer isso nesse segundo.
E vou.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Eu nasci no tempo errado e esta condição me impõe um peso enorme dentro do peito. Rasga, fio por fio, tudo que alicerça meu coração, simplesmente, por não conseguir me adequar no ritmo de relacionamento desse novo mundo. Sou o meu próprio atraso.
Disso, nasceu uma loucura. Como uma tentativa de me nascer corretamente, pari uma insanidade revelada somente aos ouvidos de uma única pessoa e, em resumo, a resposta que ouvi foi: deixe de ser tão utópico.
Não é novidade, já ouvi incontáveis vezes o quanto a utopia é algo desejável e inatingível nas minhas aulas de História, já soube quantas pessoas deram a vida por uma ideia assim e morreram ou desistiram, por descobrirem que, realmente, é inalcansável. Mas eu sou teimoso e digam o que quiserem. Afinal, o que seria da loucura se não existissem os que a desafiam? Nada.
A ideia já está fecundada, por momento, esperará apenas sua hora de tomar forma e condições, até lá, serei alimento de mim mesmo e é.
Disso, nasceu uma loucura. Como uma tentativa de me nascer corretamente, pari uma insanidade revelada somente aos ouvidos de uma única pessoa e, em resumo, a resposta que ouvi foi: deixe de ser tão utópico.
Não é novidade, já ouvi incontáveis vezes o quanto a utopia é algo desejável e inatingível nas minhas aulas de História, já soube quantas pessoas deram a vida por uma ideia assim e morreram ou desistiram, por descobrirem que, realmente, é inalcansável. Mas eu sou teimoso e digam o que quiserem. Afinal, o que seria da loucura se não existissem os que a desafiam? Nada.
A ideia já está fecundada, por momento, esperará apenas sua hora de tomar forma e condições, até lá, serei alimento de mim mesmo e é.
domingo, 3 de outubro de 2010
Sobre votar, comemorar, patriar e enlouquecer.
Eu não gosto de escrever coisas diretas, que fique bem clara. Nunca gostei de chegar e dizer, na cara, um 'hoje eu fiz isso, e mais aquilo lá', sempre gosto de trazer ao passado, o máximo possível. Mensagem, pra mim, é carta. E antes que fiquem sem entender o que isso quer dizer com o título, digo: calma.
Não sei se é uma maneira que eu arranjei de me acalmar ou se é, de fato, uma introdução. Agora isso é o de menos.
Vamos ao nome: eu votei. Hoje, eu votei. Pela primeira vez e foi logo pra vários cargos. Pronto, taí a explicação do não saber acima. Enfim, fiquei feliz, extremamente orgulhoso. Exerci meu dever como cidadão e, ao término de tudo, minha vontade de sair da zona eleitoral foi imensa. Por que? Simples, fiquei tão contente que senti vontade de chorar. É, porra. Cho-rar. Riam os que quiserem, parem de ler por aqui os que não entendem, foda-se. EU-CHOREI-POR-TER-VOTADO. Culpa toda desse patriotismo louco que eu cultivo em mim. Amo o meu país, e o digo o quanto for necessário. De boa, essa paixão pela minha pátria se multiplica mais a cada dia. E eu não a pararei. A bradarei se necessário for, a tatuarei por desejo e passarei pras minhas expansões quando for possível. Eu sou brasileiro.
A continuidade do nome: não, eu não estou comemorando porra nenhuma. Esta merda não estaria ai se não fosse por um candidato, creio eu, agora, eleito, que passou na frente da minha casa, às 23 horas de um domingo, pra comemorar (?) a vitória. Pra completar, acho que o quarteirão é pequeno demais, então, às 23:06, vem a.. a.. trilha desgraçada que suja a rua toda com as merdas de panfletos, fazendo barulho e desnecessariedades. Não sou o maior entendedor de política do Brasil, bem longe disso. Mas esse homem ainda nem recebeu o cargo e já tem duas infrações. Imaginem, anseios, imaginem, o que virá depois. Se o exemplo é ruim, a performance não poderá ser consagrada com nada honrável.
O terceiro: é loucura. Apenas isso. Já disse várias vezes que não tenho ritmo nem controle no que sinto, por outras palavras. Eu não coordeno o que tá sendo escrito aqui, nada. É tudo impulso de ódio, basicamente. Por isso mais um tema novamente descrito. Mas não há males. Amo o meu país, vou dizer isso o quanto for necessário, usando da minha maneira bem contraditória de revelar. Talvez seja só monólogo ou nem isso. Devo é terminar por aqui.
O número quarto é a descrição do subtópico do terceiro. E o texto tá grande demais. Não sei se alguém chega a ler essa merda, não sei mesmo. E, se lê, não sei o que tá pensando de mim. Só mais uma coisa: esse tá longo, 70% das pessoas não terão paciência pra chegar até aqui. Se tu teves, obrigado. Muitíssimo. És uma peça rara dessa população que se limita a ler títulos e histórias de vampiros vegetarianos. É sério. E se tu estiver a ler essa frase, peço, avisa-me, de qualquer maneira, por favor, eu saberei.
por hora, é torpência demais.
Não sei se é uma maneira que eu arranjei de me acalmar ou se é, de fato, uma introdução. Agora isso é o de menos.
Vamos ao nome: eu votei. Hoje, eu votei. Pela primeira vez e foi logo pra vários cargos. Pronto, taí a explicação do não saber acima. Enfim, fiquei feliz, extremamente orgulhoso. Exerci meu dever como cidadão e, ao término de tudo, minha vontade de sair da zona eleitoral foi imensa. Por que? Simples, fiquei tão contente que senti vontade de chorar. É, porra. Cho-rar. Riam os que quiserem, parem de ler por aqui os que não entendem, foda-se. EU-CHOREI-POR-TER-VOTADO. Culpa toda desse patriotismo louco que eu cultivo em mim. Amo o meu país, e o digo o quanto for necessário. De boa, essa paixão pela minha pátria se multiplica mais a cada dia. E eu não a pararei. A bradarei se necessário for, a tatuarei por desejo e passarei pras minhas expansões quando for possível. Eu sou brasileiro.
A continuidade do nome: não, eu não estou comemorando porra nenhuma. Esta merda não estaria ai se não fosse por um candidato, creio eu, agora, eleito, que passou na frente da minha casa, às 23 horas de um domingo, pra comemorar (?) a vitória. Pra completar, acho que o quarteirão é pequeno demais, então, às 23:06, vem a.. a.. trilha desgraçada que suja a rua toda com as merdas de panfletos, fazendo barulho e desnecessariedades. Não sou o maior entendedor de política do Brasil, bem longe disso. Mas esse homem ainda nem recebeu o cargo e já tem duas infrações. Imaginem, anseios, imaginem, o que virá depois. Se o exemplo é ruim, a performance não poderá ser consagrada com nada honrável.
O terceiro: é loucura. Apenas isso. Já disse várias vezes que não tenho ritmo nem controle no que sinto, por outras palavras. Eu não coordeno o que tá sendo escrito aqui, nada. É tudo impulso de ódio, basicamente. Por isso mais um tema novamente descrito. Mas não há males. Amo o meu país, vou dizer isso o quanto for necessário, usando da minha maneira bem contraditória de revelar. Talvez seja só monólogo ou nem isso. Devo é terminar por aqui.
O número quarto é a descrição do subtópico do terceiro. E o texto tá grande demais. Não sei se alguém chega a ler essa merda, não sei mesmo. E, se lê, não sei o que tá pensando de mim. Só mais uma coisa: esse tá longo, 70% das pessoas não terão paciência pra chegar até aqui. Se tu teves, obrigado. Muitíssimo. És uma peça rara dessa população que se limita a ler títulos e histórias de vampiros vegetarianos. É sério. E se tu estiver a ler essa frase, peço, avisa-me, de qualquer maneira, por favor, eu saberei.
por hora, é torpência demais.
Assinar:
Comentários (Atom)