Eu não gosto de escrever coisas diretas, que fique bem clara. Nunca gostei de chegar e dizer, na cara, um 'hoje eu fiz isso, e mais aquilo lá', sempre gosto de trazer ao passado, o máximo possível. Mensagem, pra mim, é carta. E antes que fiquem sem entender o que isso quer dizer com o título, digo: calma.
Não sei se é uma maneira que eu arranjei de me acalmar ou se é, de fato, uma introdução. Agora isso é o de menos.
Vamos ao nome: eu votei. Hoje, eu votei. Pela primeira vez e foi logo pra vários cargos. Pronto, taí a explicação do não saber acima. Enfim, fiquei feliz, extremamente orgulhoso. Exerci meu dever como cidadão e, ao término de tudo, minha vontade de sair da zona eleitoral foi imensa. Por que? Simples, fiquei tão contente que senti vontade de chorar. É, porra. Cho-rar. Riam os que quiserem, parem de ler por aqui os que não entendem, foda-se. EU-CHOREI-POR-TER-VOTADO. Culpa toda desse patriotismo louco que eu cultivo em mim. Amo o meu país, e o digo o quanto for necessário. De boa, essa paixão pela minha pátria se multiplica mais a cada dia. E eu não a pararei. A bradarei se necessário for, a tatuarei por desejo e passarei pras minhas expansões quando for possível. Eu sou brasileiro.
A continuidade do nome: não, eu não estou comemorando porra nenhuma. Esta merda não estaria ai se não fosse por um candidato, creio eu, agora, eleito, que passou na frente da minha casa, às 23 horas de um domingo, pra comemorar (?) a vitória. Pra completar, acho que o quarteirão é pequeno demais, então, às 23:06, vem a.. a.. trilha desgraçada que suja a rua toda com as merdas de panfletos, fazendo barulho e desnecessariedades. Não sou o maior entendedor de política do Brasil, bem longe disso. Mas esse homem ainda nem recebeu o cargo e já tem duas infrações. Imaginem, anseios, imaginem, o que virá depois. Se o exemplo é ruim, a performance não poderá ser consagrada com nada honrável.
O terceiro: é loucura. Apenas isso. Já disse várias vezes que não tenho ritmo nem controle no que sinto, por outras palavras. Eu não coordeno o que tá sendo escrito aqui, nada. É tudo impulso de ódio, basicamente. Por isso mais um tema novamente descrito. Mas não há males. Amo o meu país, vou dizer isso o quanto for necessário, usando da minha maneira bem contraditória de revelar. Talvez seja só monólogo ou nem isso. Devo é terminar por aqui.
O número quarto é a descrição do subtópico do terceiro. E o texto tá grande demais. Não sei se alguém chega a ler essa merda, não sei mesmo. E, se lê, não sei o que tá pensando de mim. Só mais uma coisa: esse tá longo, 70% das pessoas não terão paciência pra chegar até aqui. Se tu teves, obrigado. Muitíssimo. És uma peça rara dessa população que se limita a ler títulos e histórias de vampiros vegetarianos. É sério. E se tu estiver a ler essa frase, peço, avisa-me, de qualquer maneira, por favor, eu saberei.
por hora, é torpência demais.
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