terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Doença.
Não há um ser sequer que traga a porra do prefixo que permaneça incólume às garras da irresponsabilidade. Simplesmente, não há. Nem haverá, e não será em mim que a história mudará seu curso, num corpo frágil de um verme megalomaníaco. Sou apenas carbono, nada além que informações percorrendo meus sistemas e sangue. A consciência é uma coincidência, apenas. Nada mais que organismos simples numa rocha qualquer. Líquens, somente maiores e tão depentende quantos da simbiose. Mas nos caracterizaríamos melhor na qualidade de 'vírus' que, por definição, não vive fora de uma célula, desperta apenas pra abusar do material genético da vítima e, quando o faz, vai embora. Assim caminha a humanidade. Ou, 'Assim caminha o humanismo'. Destruído tudo ao redor e movendo-se à frente, ao próximo alvo. Tenho pena do planeta seguinte.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário